Brasil mata um defensor ou uma defensora de direitos humanos a cada cinco dias

Brasil mata um defensor ou uma defensora de direitos humanos a cada cinco dias

Em um dos momentos mais tensos da política nacional, de retirada de direitos e com uma crise econômica que afeta sobretudo os mais pobres, o Brasil tem mais uma triste estatística. De acordo com dados do Comitê Brasileiro de Defensoras e Defensores de Direitos Humanos, em 2016 um defensor ou defensora de direitos foi assassinado/a no país em 2016.

O dossiê “Vidas em luta: criminalização e violência contra defensoras e defensores de direitos humanos no Brasil” registra 66 assassinatos, número que pode aumentar esse ano. Em seis meses de 2017 já são 37 casos. O dossiê chama a atenção ainda para as subnotificação, que elevaria esses números.

O comitê é formado por 24 entidades e movimentos sociais e usa como base para classificar pessoas defensoras de direitos humanos a definição da ONU (Organização das Nações Unidas) que diz que são “pessoas físicas que atuam isolada pessoa jurídica, grupo, organização ou movimento social que atue ou tenha como finalidade a promoção ou defesa dos direitos humanos.”

Leia mais aqui > http://bit.ly/2tVMdBX

A Anistia Internacional tem uma campanha onde pede apoio aos defensores e defensoras de direitos humanos em todo o mundo. Para saber mais acesse aqui http://bit.ly/2tVeLLS