Cidadanismo Em Movimento debate Plano Fortaleza 2040

Cidadanismo Em Movimento debate Plano Fortaleza 2040

      O Plano Fortaleza 2040 foi debatido nesse terça, 31, no sexto encontro do Cidadanismo Em Movimento, realizado pelo mandato de Larissa Gaspar (PPL).  O Plano foi apresentado pelo superintende adjunto do Instituto de Planejamento de Fortaleza (Inplanfor), Mário Fracalossi. Ele explicou a metodologia utilizada na  extensa pesquisa da Prefeitura de Fortaleza em Parceria com a Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura, que resultou no documento.
     Lançado no final do ano passado, o Plano tem oito volumes divididos por eixos estratégicos e é um instrumento que ajuda no planejamento da cidade a curto, médio e longo prazo. Todos os volumes podem ser baixados em formato PDF, basta clicar aqui.
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        Mário Fracalossi elogiou a iniciativa do mandato de aproximar a população do Plano.  “Isso que Larissa está fazendo é muito importante. O que a gente precisa agora é desse engajamento da sociedade para que as ideias sejam colocadas em prática”, disse Mário.
      Segundo Larissa Gaspar, esse foi um dos  motivos do Plano entrar na agenda do Cidadanismo Em Moviento.”O Plano  demandou muito empenho de especialistas e cidadãos e cidadãs que o construíram. Também foram destinados  recursos públicos para sua realização. Por isso é importante que todo esse conhecimento e essas propostas se tornem cada vez mais compreendidos pela população. ” De acordo com a vereadora, ao conhecer o Plano e o planejamento que ele sugere para o futuro da cidade, a população poderá cobrar sua execução e monitorá-lo.
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    Na plateia do auditório 5 do Complexo de Comissões da Assembleia Legislativa do Ceará havia pessoas que tiveram o primeiro contato com o Plano e outras que participaram de sua construção. Entre as falas, algumas destacaram a necessidade de aproximação entre governo e comunidade, e também de uma legislação que faça com que o Plano seja reconhecido e levado adiante pelo executivo, independente da gestão. Também foi ressaltada a importância do diálogo permenante entre Prefeitura e o chamado terceiro setor, composto por ONGs e movimentos sociais.
Um olhar sobre a desigualdade de gênero

Um olhar sobre a desigualdade de gênero

Uma em cada três mulheres sofre violência de algum homem ao longo da vida. Entre as 500 maiores empresas do mundo, menos de 5% possuem CEOs mulheres. Dados como estes levaram a ONU Mulheres e o portal PapodeHomem, com viabilização do Grupo Boticário, a realizar uma pesquisa nacional para entender como os homens podem participar do diálogo pela igualdade de gênero.

O levantamento quer identificar também como as mulheres percebem o papel dos homens na sua vida e na sociedade hoje, apontando as principais tensões culturais que geram sofrimento e desigualdade entre os gêneros. Realizada em dois módulos, no primeiro semestre de 2016, a pesquisa começou com uma etapa qualitativa, que já passou por Recife, Rio de Janeiro e São Paulo, em busca de histórias inspiradoras – e também aprofundando o tema com especialistas e pessoas comuns. A segunda etapa é quantitativa de âmbito nacional.

O resultado da pesquisa quantitativa e as entrevistas farão parte de um documentário sobre o tema, que será divulgado mundialmente ainda este ano. O trabalho faz parte do movimento global ElesPorElas (HeForShe), lançada pela ONU Mulheres em 2014 por meio de um vídeo de grande popularidade com a atriz Emma Watson. Uma das propostas centrais é investigar como se formam, se sustentam e de que modo é possível enfrentar os estereótipos masculinos nocivos, que perpetuam a desigualdade de gênero.

Documentário – No âmbito do movimento #ElesPorElas (HeForShe), o documentário “Precisamos falar com os homens? Uma jornada pela igualdade de gênero” procurará aproximar os homens desse tema tão importante. O objetivo é mostrar que a igualdade de gênero é uma questão que afeta a todos e todas e que, portanto, é benéfica a homens e mulheres. Nele investigamos como se formam, se sustentam e de que modo podemos desconstruir os estereótipos de gênero nocivos, que perpetuam o nosso cenário atual. O documentário é resultado de uma pesquisa qualitativa que rodou o Brasil e será complementado pela pesquisa quantitativa online ainda em curso.

A desigualdade de gênero é uma das violações mais persistentes de direitos humanos do nosso tempo. Ainda que estejamos caminhando para uma realidade mais igualitária entre homens e mulheres, ainda há muito a se construir.

Para assistir, clique aqui.

Fonte: ONU Mulheres

Venha conhecer o Fortaleza 2040 e discutir a cidade que queremos

Venha conhecer o Fortaleza 2040 e discutir a cidade que queremos

   Convidamos a todos e todas a participar da apresentação do Plano Fortaleza 2040: Construindo a Fortaleza Que Queremos, nessa terça, no auditório 5 do Complexo das Comissões da Assembleia Legislativa do Ceará. O Plano será apresentado pelo presidente do Instituto de Planejamento de Fortaleza (Iplanfor), Eudoro Santana.

    O Plano é fruto de extensa pesquisa da Prefeitura de Fortaleza, em parceria com a Fundação Cearense de Pesquisa e Cultura, e diversas instituições. Trata-se de um instrumento de planejamento para a nossa cidade a curto, médio e longo prazo.

Para participar, apresente RG e/ou CPF na entrada da Assembleia Legislativa. Não é permitida a entrada de homens de bermuda.

     Você pode acessar todas as publicações do Plano clicando aqui.

Foto: Helene Santos/Diário do Nordeste

Ouça entrevistas de Larissa Gaspar em seu computador ou celular

Ouça entrevistas de Larissa Gaspar em seu computador ou celular

Em um mês de mandato, Larissa Gaspar concedeu entrevistas a rádios de Fortaleza sobre sua trajetória política e Projetos de Lei apresentados. Se você perdeu alguma entrevista, pode ouvi-las no nosso canal do Soundcloud. Se você acessa nosso site pelo celular, é necessário baixar o aplicativo na Google Store clicando aqui. Se acessa pelo computador, basta clicar no link da entrevista que deseja, a partir das opções abaixo.

 

Entrevista à Fortaleza FM > http://bit.ly/2jx3LxT

Entrevista à Dom Bosco FM > http://bit.ly/2jZ2JJQ

Sessão do caso Zé Maria do Tomé  é adiada para 8 de fevereiro

Sessão do caso Zé Maria do Tomé é adiada para 8 de fevereiro

O julgamento do recurso apresentado pelos réus acusados de envolvimento no assassinato de José Maria Filho, conhecido como Zé Maria do Tomé, que deveria ter ocorrido nessa quarta-feira,25, foi adiado. Isso porque o desembargador Francisco Martônio, relator do processo, está de férias. A previsão é que a sessão ocorra dia 8 de fevereiro, quando o Tribunal de Justiça do Ceará decidirá se os três acusados vão a Júri Popular.

Liderança na comunidade de Tomé, em Limoeiro do Norte, Zé Maria do Tomé foi assassinado com 25 tiros no dia 21 de abril de 2010. O agricultor e ambientalista ficou conhecido pela luta contra o uso de agrotóxico na Região, denúncias de grilagens de terras públicas e de expulsão de agricultores de suas terras na Chapada do Apodi.

Graças à luta de Zé Maria do Tomé, a Câmara Municipal de Limoeiro do Norte aprovou uma lei que proibia o uso de agrotóxico nas plantações do município. Decisão pioneira no país que foi revogada após sua morte. Entres os denunciados pelo crime estão o dono e o gerente de uma empresa que produz frutas na Região. Três outras pessoas supostamente envolvidas no caso morreram, dois deles em operações policiais.

O advogado Carlos Silva, da Rede Nacional de Advogados e Advogadas  Populares (Renap) acompanha o caso desde o ínico e está otimista. “Apesar da demora a nossa expectativa é de que se confirme a decisão de primeira instância e que os réus sejam levados a Júri Popular”, diz.

O extermínio de defensores e defensoras de Direitos Humanos

O número de assassinatos de defensores e defensoras de Direitos Humanos no Brasil é alarmante. Segundo a Pastoral da Terra, em 2015 cerca de 50 pessoas foram assassinadas em conflitos de terra no Brasil. No primeiro semestre do ano passado, esse número já chegava a 36, de acordo com o Comitê Brasileiro de Defensores e Defensoras de Direitos Humanos.

Nem mesmo a repercussão internacional de assassinatos como o de Chico Mendes, em 1988 no Acre, e da missionária Irmã Dorothy, em 2005 no Pará, intimidaram quem é capaz de passar por cima de qualquer um em nome do capitalismo.

Cláudio Silva acredita que esses crime deveriam ter uma atenção maior do Estado. “Estamos falando de pessoas que foram mortas por defenderem direitos fundamentais, não está dentro de uma criminalidade comum. É preciso que além da apuração e punição, se avance sobre as causas desses conflitos”.

Medidas

A Comissão Nacional de Combate à Violência no Campo acredita que a impunidade alimente os crimes. Em audiência no Congresso Nacional em 2016, a Comissão apontou a regularização de terras quilombolas e indígenas, e também a celeridade nos inquéritos, como medidas necessárias para diminuir esse tipo violência.

O mandato Larissa Gaspar seguirá acompanhando o caso Zé Maria do Tomé. Que sua morte nao fique impune, que sua vida seja inspiração de defensores e defensoras.

Mulheres apontam caminhos para uma Fortaleza sem machismo e violência de gênero

Mulheres apontam caminhos para uma Fortaleza sem machismo e violência de gênero

   O quarto encontro da série Cidadanismo Em Movimento, do mandato de Larissa Gaspar, discutiu Políticas Públicas para as Mulheres e contou com a presença de representantes de movimentos sociais, gestoras públicas, e outras  que integram Ministério Público e OAB Mulher. Foi uma importante demonstração de apoio ao mandato e de construção coletiva de propostas para uma Fortaleza de mulheres empoderadas, livre do machismo e da violência de gênero.

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  A necessidade de ações de qualificação profissional para mulheres, campanhas sobre seus direitos e igualdade de gênero foram algumas das demandas apresentadas. Esses temas estão diretamente relacionados à questão da violência contra a mulher. Entre os relatos das participantes estava a dificuldade de acesso à justiça, desde a denúncia até o desfecho do casos.

   Outro ponto tocado diz respeito ao discurso da mídia de objetificação da mulher e de reforço da cultura machista. Esse tipo de conteúdo está presente, com maior frequência, na publicidade, no entretenimento e nos programas policiais. O sentimento é de que não há punição para os responsáveis por esse discurso que legitima a violência.

    Larissa Gaspar detalhou alguns dos Projetos de Lei apresentados nessas primeiras semanas do mandato, em especial, o que determina o atendimento integral nas unidades  de saúde para as pessoas vítimas de violência sexual. Também falou do projeto que regulamenta a presença de Doulas em maternidades e casas de parto de Fortaleza.

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Movimentos sociais apontam desafios e potenciais das juventudes de Fortaleza

Movimentos sociais apontam desafios e potenciais das juventudes de Fortaleza

    Pensar as juventudes num momento de retrocesso e propor ações para um mandato participativo na Câmara Municipal de Fortaleza. Foi com esse objetivo que integrantes de diversas instituições participaram do Círculo de Juventudes do mandato de Larissa Gaspar (PPL), nessa quinta-feira, 19.

Silvia Cavaliere, da União Nacional LGBT, reiterou sua admiração e apoio à Larissa Gaspar. Mulher trans, ela pediu a criação de políticas públicas que não sejam pontuais e fiquem para os próximos governos. Davi Barros, coordenador de Juventude do Gabinete do Governador, falou da necessidade de se dar visibilidade e potencializar os talentos das juventudes. O conselheiro Tutelar, Del do Lagamar, criticou a burocracia que existe para que a população jovem tenha acesso aos seus direitos.

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Para Mestre Ratto, da capoeira Água de Beber, é necessário  que o currículo escolar inclua novas linguagens, como a capoeira e o hip hop, e dialogue com a cidade. A tranversalidade também é a palavra-chave, na opinião de Ismêmio Bezerra, presidente do Instituto Cuca. Já o presidente da Central Única das Favelas, Preto Zezé, pediu um mandato mais próximo das comunidades e atento ao empreendedorismo e às dinâmicas das juventudes.
Preto Zezé: "É preciso ampliar o mandato e estar nas comunidades"
 
   “Nosso mandato não será de política de gabinete e esses círculos já são uma demonstração disso”, afirmou Larissa Gaspar. “Vamos trabalhar a partir das necessidades da cidade e por isso esse diálogo será permanente”, concluiu. Todas propostas ouvidas serão discutidas e os encaminhamentos dados vão ser divulgados nas redes sociais e no site do mandato.
Larissa Gaspar e Iprede discutem parceria

Larissa Gaspar e Iprede discutem parceria

Ao longo de 30  anos de história o Instituto da Primeira Infância (Iprede) passou por muitas mudanças. Um delas foi olhar para além da criança e da mãe, e também  para a mulher. Faz isso estudando seu perfil e desenvolvendo ações de Educação e Formação Profissional para quem procura a instituição pelo seu principal trabalho: o combate à desnutrição de crianças de zero a seis anos. Hoje o Iprede oferece para as mulheres 30 cursos em cinco áreas: computação, estética, corte e costura, culinária e zeladoria.

“O Iprede deixou ser uma instituição que só faz aquilo porque acha que dá certo, porque é bom e virtuoso. A virtude é do ser humano. A entidade tem que fazer suas  ações baseadas em metodologias, Tudo aqui tem metodologia e base pedagógica”, afirma o presidente Sullivan Motta.

Mulheres com baixa autoestima, vítimas de violência doméstica e que reproduzem essa violência sob o pretexto de educar os filhos. Esse é o retrato do público atendido  no Iprede. Elas, que tinham o Iprede como referência e esperança de solucionar a fome e a desnutrição dos filhos, encontraram agora no Instituto um espaço de vida e dignidade.

Sensível ao trabalho do Iprede e comprometida como a questão da Mulher, a vereadora Larissa Gaspar (PPL) foi recebida pelo presidente Sullivan Mota, a vice-presidente Glória Marinho, e o médico pediatra Lício Campos. Larissa Gaspar se propôs a estudar como seu mandato poderá ajudar o Iprede como, por exemplo,  aproximando mães e equipamentos públicos de proteção à mulher vítima de violência. Outra contribuição seria no fortalecimento do incentivo ao parto normal humanizado às gestantes atendidas pelo Iprede.

Orçamento e execução de políticas existentes são desafios para Infância e Adolescência

Orçamento e execução de políticas existentes são desafios para Infância e Adolescência

    Os desafios para garantir os direitos de crianças e adolescentes em Fortaleza foram debatidos nessa terça-feira,17, no segundo encontro da série Cidadanismo em Movimento, do mandato de Larissa Gaspar (PPL). Conselheir@s tutelares, educador@s sociais, integrantes do Ministério Público, citaram desavios e apresentaram propostas para uma política que garanta os direitos de crianças e adolescentes, que são um quarto da população da capital cearense.

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Aumentar o número de conselhos tutelares e monitorar as políticas já existentes estão entre as demandas, que incluem também a questão orçamentária e a necessidade  ampliar o acolhimento de crianças vítimas de violência.”É preciso propor leis e fiscalizar o executivo para quem sejam cumpridas”, defendeu o Procurador do Trabalho, Antonio Oliveira, coordenador Estadual do Programa de Combate ao Trabalho Infantil.

“Fica claro que monitorar a execução das políticas,rever o orçamento desse segmento e promover a intersetorialidade é urgente para garantir os direitos de nossas crianças e adolescentes”, ressaltou Larissa Gaspar.

#LarissaVereadoraDeLuta #CidadanismoEmMovimento #Fortaleza#Infância #DireitosHumanos #MandatoParticipativo 

Políticas para Infância e Adolescência em Fortaleza serão debatidas nessa terça,17

Políticas para Infância e Adolescência em Fortaleza serão debatidas nessa terça,17

       Será realizado nessa terça-feira,17, a partir das 18h, o Círculo Criança e Adolescente da série Cidadanismo Em Movimento. A iniciativa do mandato Larissa Gaspar (PPL) tem como objetivo ouvir propostas de pessoas que atuam, como gestão ou militância, na defesa dos direitos de crianças e adolescentes.

    O Círculo acontecerá na Rua Carlos Vasoncelos, 2562, no Bairro Joaquim Távora. Qualquer pessoa pode participar, sendo que é necessária pré-inscrição mediante nome completo e telefone pelo e-mail contato@larissagaspar.com.br. No assunto do e-mail escrever “Círculo Criança e Adolescente”

A série

O primeiro tema da série de encontros foi #DireitosHumanos e População #LGBT e novos círculos estão agendados para discutir políticas públicas para Mulheres e Juventude, por exemplo. Sempre abertos à participação e colaboração de qualquer pessoa, fazendo do mandato um espaço de construção coletiva para que Fortaleza se torne uma cidade melhor para todos e todas.