Quem é Larissa Gaspar

08/09/2020

Larissa Gaspar é mãe, advogada, capoeirista e fiscal municipal. Esteve à frente da Casa Abrigo para mulheres vítimas de violência e da Coordenadoria de Mulheres de Fortaleza. Foi eleita Vereadora de Fortaleza em 2016 e atualmente ocupa a liderança da bancada do Partido dos Trabalhadores (PT). É presidenta da Comissão de Direitos Humanos, vice-presidenta da Comissão de Cultura e comanda as Frentes Parlamentares em Defesa da População de Rua e em Defesa da Cidadania LGBT. 
 
Em  pouco mais de três anos, apresentou 127 Projetos, 136 Indicações e 2084 Requerimentos. A maioria voltada para defesa dos direitos das mulheres, pessoas em situação de rua, pessoa com deficiência, criança e adolescente, população negra, LGBTI+, juventude, transporte público, moradia, proteção animal, educação e saúde.
 
Larissa lutou contra a destruição das dunas do Cocó e da Sabiaguaba, defendeu a valorização dos trabalhadores da educação, foi contra o aumento dos alvarás, entrou com ações contra o uso exclusivo de cartões nos ônibus, a demissão dos cobradores e para garantir o aumento da frota para evitar superlotações. Fiscalizou e cobrou melhorias nos equipamentos de saúde, educação, assistência social e terminais de ônibus. Na luta contra a desigualdade que marca Fortaleza, apresentou o projeto para a implantação da renda básica municipal e do fundo municipal contra a pobreza. 
 
É de Larissa os projetos de combate aos fogos barulhentos, implantação do centro de castração de animais e do código de proteção animal, além de ter aprovado a lei que amplia a proibição da tração animal e indicações para garantir um vetmóvel por regional e a realização e concurso público para contratação de médicos veterinários.
 
Na defesa das mulheres, apresentou projetos para garantir as unidades de atendimento às mulheres nos terminais, o banco de empregos, a gratuidade no transporte público para mulheres em situação de violência, o Programa Lei Maria da Penha nas Escolas, o Programa de Combate ao Assédio Sexual no Transporte, o Fundo dos Direitos das Mulheres, a criação de creches de tempo integral e o Comitê de Enfrentamento ao Feminicídio.